É seguro ir ao dentista durante a pandemia do novo coronavírus?

Pacientes devem estar atentos ao cumprimento de normas de segurança. Profissionais da odontologia redobram protocolos e uso de equipamentos.

14/04/2021 às 15:23

Autor: Redação

Muitas pessoas interromperam diversos tratamentos de saúde devido à chegada da pandemia do novo coronavírus. Entretanto, as principais entidades médicas brasileiras alertam que esse comportamento não é recomendado devido ao risco de agravamento de problemas, e até mesmo casos simples podem se tornar complexos. Ao contrário do que se pode imaginar, a necessidade de prosseguir com as consultas vale também para idas ao dentista. O Conselho Federal de Odontologia (CFO) reforça que os atendimentos podem e devem ser realizados, em conformidade com as normas de biossegurança,

Entretanto, o conselho pondera que as consultas e tratamentos de rotina devem ser retomados de acordo com as realidades locais do país, e que o cirurgião-dentista é o profissional indicado para avaliar cada caso. O Conselho Regional de Odontologia lembra que os serviços odontológicos são considerados essenciais e por isso estão funcionando normalmente no estado.

Profissionais da área aprovam os protocolos e reafirmam que os pacientes podem se sentir tranquilos, mesmo em meio à crise de saúde. "Não existe lugar mais seguro que um consultório. Os conselhos elaboraram e publicaram resoluções com novas normas e orientações de biossegurança que devem ser seguidos por causa da pandemia. Sempre trabalhamos com luvas, máscaras, óculos de proteção e todos equipamentos necessários para garantir segurança. Estamos tomando todos os cuidados para proteger a nossa equipe e os pacientes", diz o cirurgião-dentista RENATO W. LOUREIRO DA ORAL SIN IMPLANTES DE COLIDER.

Ela ressalta que outras ações realizadas nos consultórios ajudam a garantir a segurança de quem procura uma consulta odontológica, como: atendimento somente com agendamento prévio para evitar aglomerações; reorganização das salas de espera para manter o distanciamento entre as pessoas; disponibilidade de álcool em gel em todos os espaços, inclusive na entrada, e medição da temperatura dos pacientes, além de manter os ambientes ventilados.

 

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